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Resultados


PÚBLICO DIRETO – as mulheres

  • Mais de 600 mulheres participaram do programa de qualificação profissional para as funções de Pedreira, Carpinteira de Fôrmas, Encanadora, Eletricista e Pintora.
  • Cerca de 50% das formadas trabalham para a indústria da Construção Civil ou geram renda executando serviços para terceiros.
  • Através do Banco de Empregos, organizado e monitorado pelo projeto, 330 postos de trabalho foram conquistados.
  • 10% das participantes voltaram a estudar na rede formal de ensino ou avançaram nos  conhecimentos, com cursos na área técnica, como: Técnico de Edificações e Técnico de Segurança do Trabalho, além de outros cursos da construção civil.
  • O projeto admitiu como monitora uma das participantes de 2009, que concluiu o Técnico de Edificações e acumula a experiência de pedreira em duas obras: no PAC do Complexo do Alemão e na Construtora CHL.
  • 02 participantes conquistaram o posto de monitoras de cursos na construção civil, uma trabalha no Senai e outra na Faetec.
  • Em Dezembro de 2011, pela primeira vez uma participante conquistou o posto de “Encarregada de Obra”, após experiência desde 2009 em canteiro de obras.

 

 PÚBLICO INDIRETO – familiares e comunidade

  • Quinze instituições receberam obras de reforma e melhorias, estima-se que mais de 2.200 pessoas foram beneficiadas com as obras (público atendido nestas instituições de forma gratuita).
  • Uma praça com quadra esportiva foi reformada gerando benefício para os moradores do Rocha, bairro com mais de 3 mil moradias.
  • 600 participantes concluíram a formação, o que significa benefício para 600 famílias, alcançando cerca de 2.000 pessoas beneficiadas, considerando aquelas que residem na  mesma moradia que a participante.

 

INSIDÊNCIA POLÍTICA e REPLICABILIDADE


O projeto é pioneiro no País, iniciado em 2007, e dois grandes ganhos são capazes de repercutir na vida de milhares de mulheres brasileiras:
1) Em Setembro de 2008, a então Ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Nilcea Freire, esteve na formatura do projeto e falou do pioneirismo da ação e de que naquele momento se escrevia uma nova historia no rol das profissões das mulheres brasileiras. E posteriormente incluiu pela primeira vez em um edital público de seu ministério, a construção civil como um dos arcos de qualificação profissional para mulheres.
2)Em setembro de 2010 parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) estiveram na sede do projeto e se comprometeram a redigir uma proposta de lei que favorecesse a empregabilidade de operárias. E hoje tramita na ALERJ o Projeto de Lei nº3294/2010, que obriga o Estado fazer constar em todos os editais de licitação e contratação direta, a exigência de reserva de 5% das vagas de emprego para mulheres em obras públicas, na posição de operárias da construção civil. Em seguida uma proposta de lei muito semelhante foi debatida no Mato Grosso do Sul e aprovada na Assembleia Legislativa.

 

VISIBILIDADE NA MÍDIA


O projeto soma mais de 25 matérias de telejornais no Brasil, 3 em telejornais internacionais (CNN Espanhola, Telesur e Infosur), dezenas de matérias em jornais impressos e revistas e centenas de veiculações em sites e blogs. A correspondente da revista inglesa “The Economist” visitou o projeto e publicou uma matéria destacando a posição das mulheres no Brasil e os resultados do projeto, em reportagem de Julho de 2012.
Destaca-se que o trabalho das operárias geraram histórias no Programa Mais Você e Globo Repórter, ambos da Rede Globo; o Programa Mobilização, da TV Brasil, fez uma extensa gravação sobre a entrada das mulheres no setor; e o Programa Balanço Geral, da TV Record, apresentou o projeto mais de uma vez.
O canal de notícias da construção, CHN, de São Paulo, produziu um programa em vídeo sobre o projeto, após a palestra proferida pelas coordenadoras do Mão na Massa, no Congresso Sobratema, realizado durante a Feira M&T Expo 2012. A Nena Tintas/Kolimar, fabricante de tintas e solventes, também produziu um vídeo retratando a execução de tarefas em obras. E estudantes americanas da Penn State University produziram reportagem escrita e em vídeo sobre o Projeto Mão na Massa, após acompanharem por uma semana o desenvolvimento das atividades. O material foi divulgado no Site do McClatchy Company, de Washington.


O site www.projetomaonamassa.org.br concentra o histórico das principais inserções do projeto na mídia e outros vídeos estão disponíveis no Youtube.